Blog do Juracy Mendonça

Juracy Mendonça, cantor, compositor, escritor e jornalista. É editor do Jornal do Parque Araxá e Jornal O Centro, em Fortaleza. Contatos: (85) 3243-4779 / 9954-1017. E-mail: juracymendonca@gmail.com / juramendonca@hotmail.com

28.2.07

Novidades do JPA de março

Olá, moçadinha! Estou fechando os últimos detalhes da próxima edição do JPA, que deve começar a circular na próxima semana. Vou antecipar pra vocês os temas de algumas matérias:

* O editorial fala sobre a pouca participação dos jovens do Parque Araxá no JPA e nos eventos realizados no bairro;

* Estamos republicando uma poesia que o professor Rui Vasconcelos fez em homenagem ao Parque Araxá, que virou música interpretada pelo cantor Marcus Britto;

* Tem uma homenagem especial ao professor Acrízio Nogueira Pessoa, um dos fundadores do Colégio Deoclécio Ferro, que faleceu recentemente;

* A seção Arquivo JPA reproduz a matéria que fizemos em março de 1998 com a Irmã Cristina, da Paróquia dos Remédios;

* Fazemos um comentário sobre a melhora do atendimento no Posto de Saúde Santa Liduína;

* Abordamos também o sucesso do blog Desabafo País, feito por Daniel Pearl, morador do Parque Araxá;

* E a minha coluna "Circulando", com pequenas notas sobre o Parque Araxá e a lista de aniversariantes do mês.

Tem outros babados que só vou contar quando o jornal estiver circulando Aguardem!!! 

criado por juracy.mendonca    0:36 — Arquivado em: Dicas & Novidades

27.2.07

Para Ícaro

Olá, Ícaro!

Fiquei muito alegre com seu comentário. Agora vou responder à pergunta que vc me fez:

As últimas letras do nome completo do Fagner formam o nome da cidade onde ele nasceu, que é Orós. Veja:

Raimundo Fagner Cândido Lopes.

Valeu?

criado por juracy.mendonca    7:06 — Arquivado em: Sem categoria

26.2.07

Foto histórica

E, para quem ainda não viu, estou postando novamente a foto que a repórter Valéria Machado tirou no Estúdio Ararena, em Fortaleza, após a entrevista que fiz com o Fagner. Vejam a minha felicidade ao lado dele, coisa de fã mesmo!

criado por juracy.mendonca    14:54 — Arquivado em: Fagner

Entrevista com Fagner

Um dos posts que mais recebeu visitas neste blog, antes de seu conteúdo ser esvaziado por um desses malucos da vida, foi a entrevista que fiz com Raimundo Fagner. A matéria havia sido publicada no jornal Folha do Ceará e foi reproduzida no site oficial do Fagner (www.fagner.com.br). Agora estou colocando novamente, para quem não teve a oportunidade de ver anteriormente. Na entrevista, ele fala de sua carreira, desde 1968, quando lançou um compacto em parceria com o conterrâneo Cirino, e notadamente a partir de 1973, após o lançamento do LP “Manera, Frufru, Manera”, antecipou novidades em relação ao seu próximo CD, a ser lançado em abril, sendo provocado também para opinar sobre o atual cenário musical. Confira:
FC – Fagner, qual é o momento que você considera como o início da sua carreira artística?
RF – Eu acho que a carreira artística começa quando a gente toma a atitude de viver da arte. Pensando assim, eu comecei com seis anos de idade, cantando uma música em homenagem ao Dia das Mães num programa da Ceará Rádio Clube. Depois participei de minisséries e programas de auditório da TV Ceará. Aí veio o tempo de tocar violão nas esquinas e nos bares da cidade e, mais adiante, as participações em compactos com o Cirino, o Chico e aquele do Disco de Bolso, além dos festivais em Brasília. Agora, a nível discográfico, eu considero como início da carreira o lançamento do primeiro LP, o “Manera, Frufru, Manera”, em 1973.
FC – Musicalmente falando, como era a sua vida em Fortaleza antes de ir embora para Brasília?
RF – Eu comecei a cantar nas festinhas colegiais e fui me infiltrando com pessoas que gostavam de música, como, por exemplo, o Ricardo Bezerra, meu primeiro parceiro. Aí fui mesclando as apresentações em rádio e televisão com serestas nas esquinas e participações em festivais da Rádio Iracema, o Aqui no Canto, o da Astra…
FC – E hoje, quantos discos você já lançou?
RF – Rapaz, basicamente, desde 1973 todo ano eu lanço um disco. Tem uns 35, contando com os do Luiz Gonzaga e outros que fiz paralelamente. Isso sem contar com as participações nos discos de vários artistas. Somando tudo, dá mais de quatrocentas gravações.
FC – Por falar nisso, você já fez duetos com artistas de diferentes estilos musicais. Vai de Zezé di Camargo a João do Vale, passando por Cazuza, Zeca Baleiro, Beth Carvalho…
RF – Isso soa como uma coisa diferente de todo mundo que faz música no Brasil. Todo mundo traça um caminho, uma trajetória, e eu trabalho essa coisa do Nordeste, sempre respeitando as nossas raízes e procurando abrir e/ou dividir espaços com artistas de várias gerações.
FC – De todas as músicas que você gravou até agora, qual é a sua preferida, aquela que dá mais prazer em ouvir?
RF – “Mucuripe”. Porque ela foi definitiva na minha carreira. Não só por fazer parte do meu primeiro LP, mas por me projetar no país inteiro ao ser gravada pela Elis Regina e pelo Roberto Carlos. Foi fundamental também porque ela me segurou no Rio de Janeiro. Eu já estava quase vindo embora, já estava quase desistindo da carreira, porque as coisas não estavam dando certo. Por mais que outras músicas tenham feito sucesso, “Mucuripe” é a minha preferida, até mesmo pela cearensidade da letra.
FC – Você falou em off que está há um ano em estúdio gravando um novo CD, a ser lançado em abril. Por que tanto tempo?
RF – Estamos fazendo e refazendo tudo com muito cuidado, porque esse disco é muito importante pra mim neste momento. Principalmente porque é o primeiro disco solo que eu faço aqui em Fortaleza, no Estúdio Ararena, que é fruto de uma parceria minha com o Humberto Pinho e o Amaro Pena. Só pra você ter uma idéia, todos os músicos que estão participando são daqui. Somente os metais são de Recife e eu trouxe o Spock (sopros), que me acompanha há vários anos. Estou dividindo a direção e a produção musical com o Cristiano Pinho.
FC – Dá pra adiantar algumas novidades?
RF – Tem músicas minhas com vários parceiros novos e antigos: Fausto Nilo, Clodo, Evaldo Gouveia, Paulo César Pinheiro, Vinicius de Morais, Taiguara, Câmara Cascudo. Tem as participações especiais do Zeca Baleiro e do Jorge Versilo; tem uma regravação de “No Tempos dos Quintais”, que eu gravei com o Sivuca em 1980; tem aquela música que eu e o Fausto fizemos em homenagem ao aniversário de Fortaleza, dentre outras surpresas.
FC – Tem alguma música que você aposta que vai ser a “carro-chefe”?
RF – As pessoas que têm passado pelo estúdio estão gostando mais de uma chamada “Amor e Utopia”. Eu, particularmente, aposto mais em outra, intitulada “Difícil Acreditar”, feita em parceria com o Clodo. O disco tá muito forte, tanto que cada pessoa aponta uma idéia diferente.
FC – Quais são os seus outros projetos para 2007?
RF – Além desse disco, a Som Livre vai lançar uma coletânea só com músicas minhas que fizeram parte de trilhas sonoras de novelas. Devo gravar um DVD, que pode ser no Canecão (Rio), Chevrolet Hall (Recife) ou aqui, no Siará Hall. No final do ano pretendo lançar um trabalho só com músicas natalinas. Tem coisa que nós ainda estamos estudando, porque o mercado da música tá um pouco bagunçado.
FC – Por sinal, como é que você vê a situação atual? Você gosta do que está tocando no rádio?
RF – Eu não tenho nada do que reclamar. O bom cabrito não berra. Ninguém pode forçar a que as pessoas gostem de determinado tipo de música. Tem um lado positivo nisso tudo, que é o fato de estar todo mundo trabalhando. O pessoal do forró daqui, por exemplo, é muito profissional. Muita gente reclama que a música é pobre, mas ninguém nunca ouviu falar que música para dançar deve ser rica musical e poeticamente. E o melhor momento para você lançar uma coisa legal é quando as pessoas estão reclamando que o que está na moda não é legal.
FC – Você não se sente desestimulado para compor músicas para concorrer com esse forró eletrônico e outros estilos do momento?
RF – Eu me sinto é cada vez mais estimulado. Eu acho bom é quando estão reclamando que o ambiente está ruim. Aí é que me dá vontade de fazer coisas boas.
FC – Pra encerrar, queria que você deixasse uma mensagem para os leitores da Folha do Ceará.
RF – Acho ótimo Fortaleza ter mais uma opção de leitura e entrenimento. Nossa cidade é muito grande e não pode ficar polarizada só entre dois jornais, entre dois posicionamentos. O povo tá querendo uma visão diferente do que está acostumado a ter. No fundo, a novidade bem feita é importante. Percebi que vocês estão tentando mostrar coisas diferentes, ou então coisas antigas de um jeito diferente. Eu torço para que a Folha do Ceará faça muito sucesso. E aproveito para enviar um forte abraço para todos os seus leitores!!!

criado por juracy.mendonca    14:44 — Arquivado em: Fagner

Lokobytes

Pra vc que me fez uma pergunta usando o nome Lokobytes: se o seu blog for do Terra, a única solução é excluí-lo e construir outro com o mesmo nome e endereço, deixando a senha diferente da que vc usava. Foi o que fiz depois que um desses marginais chamados "hackers" esvaziou o meu blog. Tive que recomeçar tudo de novo. Até agora tá dando certo. Um abraço! 

criado por juracy.mendonca    14:39 — Arquivado em: Sem categoria

25.2.07

Fagnermania

Quem me conhece há algum tempo sabe que desde a década de 70 sou fã incondicional da obra musical e poética de Raimundo Fagner. Na verdade, pra mim, ele é o maior artista cearense de todos os tempos, até mesmo pelo longo tempo de carreira (quase quarenta anos) e pela divulgação constante que faz das nossas raízes culturais.

Foi pensando nisso que resolvi criar neste blog uma categoria dedicada especialmente ao Fagner, mostrando curiosidades sobre a sua carreira e interagindo com pessoas do mundo inteiro que também admiram o trabalho do astro de Orós. E, como possuo a discografia completa, misturando compactos, LPs, CDs, DVDs e MP3, coloco-me à disposição de quem tiver alguma dúvida sobre a trajetória musical dele. Se eu souber, responderei numa boa.

Amanhã mesmo estarei reproduzindo aqui a entrevista que fiz com o Fagner e que foi publicada no início de janeiro no jornal Folha do Ceará, onde ele antecipou novidades sobre o novo CD, a ser lançado em abril. Aguardem!!! 

criado por juracy.mendonca    21:24 — Arquivado em: Fagner

23.2.07

Contatos

Alô, Renata, atendendo a seu pedido, estou colocando novamente os dados para quem quiser entrar em contato comigo fora do blog:

Endereço: Rua Porfírio Sampaio, 1817, Rodolfo Teófilo - Fortaleza - Ce., CEP 60430-540.

Fone/fax: (85) 3243-4779 / Cel. (85) 9954-1017

E-mail: juracymendonca@gmail.com

MSN: juramendonca@hotmail.com

 

                  

criado por juracy.mendonca    22:37 — Arquivado em: Sem categoria

Sinceras desculpas!!!

Oi, Suelen, obrigado pela visita e o incentivo. Queria pedir desculpas a você e aos outros leitores pelo desabafo de ontem sobre as aulas na FAC.

Amanheci mais disposto, ciente de que as coisas são assim mesmo: quem quer vencer na vida tem que aprender até o que não precisa saber.

Neste final de semana (sábado e domingo) estarei em Itapipoca, terminando mais uma edição do jornal O REGIONAL, onde trabalho desde 2001. Lá vou eu de novo para a chamada "terra dos três climas", sentir aquele friozinho de pé-de-serra!

Segunda-feira, se Deus quiser, estarei de volta!!! 

 

criado por juracy.mendonca    16:04 — Arquivado em: Sem categoria

22.2.07

Acabrunhamento

Tô chegando da FAC meio acabrunhado (é o novo!), sentindo que algumas matérias são enfadonhas e não têm nada a ver com o que preciso aprender para colocar em prática no meu dia-a-dia.

O jornalista Venelouis Xavier Pereira, com quem trabalhei no jornal "O Estado", costumava dizer que as universidades inventam dificuldades para vender facilidades. Tô começando a sentir na pele os efeitos dessa realidade. Tomara que amanhã eu amanheça com outra disposição, pois hoje fiquei de saco cheio com tanta teoria sobre assuntos que não vejo como podem ser úteis ao meu trabalho.

Talvez, a grande verdade é que eu não passo de um grandissísimo ignorante que resolveu (um pouco tarde) ganhar dinheiro escrevendo…

criado por juracy.mendonca    22:39 — Arquivado em: Eu na FAC

21.2.07

Os bens

Um dia desses, tentando sair da pindaíba, Zé da Diva compareceu a uma agência bancária, com objetivo de conseguir um empréstimo de R$ 100,00. O gerente começou a preencher seu cadastro e, em dado momento, perguntou:
- Seu José, quais são os bens que o senhor possui?
Zé, indignado, afirmou:
- Vá anotando aí: três carros importados, três apartamentos de cobertura na avenida Beira-Mar, uma casa de praia na Taíba, uma fazenda em Guaramiranga, 60% das ações do Shopping Iguatemi…
O gerente interrompeu bruscamente, questionando:
- O senhor, por acaso, está querendo fazer hora com a minha cara?
Resposta de Zé da Diva:
- Foi você quem começou a frescar. Você acha que se tivesse algum bem, eu vinha lhe pedir um empréstimo de R$ 100,00?

criado por juracy.mendonca    21:46 — Arquivado em: Zé da Diva

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