6.1.09
A partir de agora, estou com um novo espaço virtual para mostrar as principais matérias que escrevo para o Jornal do Parque Araxá e Jornal O Centro. Trata-se do blog Textu@l…, onde você pode encontrar também piadas, poesias, letras de músicas, artigos, crônicas e outros textos inerentes ao dia-a-dia em nossa Fortaleza, capital do Ceará. Dê uma passadinha no meu novo blog. O endereço é: juracymendonca.blogspot.com.
15.12.08
Tem alguém aí que se atreve a interpretar o sonho esquisito que tive ontem?
É o seguinte: no sábado, à noite, eu, Marinete e meus compadres Falcão e Olinda íamos passando em frente à igreja de Fátima, na avenida 13 de Maio, quando a Olinda pediu para eu fotografar a estátua de Nossa Senhora, recentemente inaugurada. Desci do carro e, quando mirei a imagem através da lente da câmera fotográfica, senti uma espécie de “tremilique” no corpo. Achei meio esquisito, mas tirei a foto e voltei para o carro, sem comentar nada com ninguém.
No domingo, já com o sol raiando, sonhei que estava na calçada da residência da Mãe Lula (minha avó materna, falecida em 2005), na rua Nossa Senhora das Graças, 1004 (Pirambu), cantando a música “Nossa Senhora”, do Roberto Carlos, sendo acompanhado pelo meu filho Thiago nos teclados. No sonho eu cantava chorando copiosamente e minha voz nas caixas de som saía idêntica à do Roberto Carlos. De repente, acordei com o rosto banhado em lágrimas e percebi que, na verdade, a música estava tocando era no rádio, pois todos os domingos pela manhã costumo ligar minha “radiola” na FM 93, onde toca os “sucessos do rei”.
Quem analisar com calma vai perceber que o referido sonho contém vários detalhes ligados à minha existência, como a admiração que tenho pela figura de Nossa Senhora, as saudades que sinto da Mãe Lula; o amor que sinto pelo bairro onde nasci; o problema que tenho na garganta e a vontade imensa que tenho de um dia poder cantar por aí afora, sendo acompanhado pelo Thiago, como fizemos durante 10 anos.
Será que esse sonho quer me indicar algum caminho?
5.12.08
(Benito di Paula)
Quanto custa essa felicidade que eu não tenho?
Quanto vale esse pranto que rola no meu rosto?
Pago o quanto quiser pra tirar essa dor aqui do meu peito
Mas eu tenho direito, eu não quero sofrer
Somos todos iguais pra sentir tristeza e alegria
Cada um deve fazer por onde encontrar a paz
Mas que paz, oh rapaz, se essa vida é de tombar caminhão
Mas eu tenho direito, eu não quero sofrer
De tanto a gente reclamar
Vai tombar caminhão, vamos fazer laiá laiá laiá…
28.11.08
Queria agradecer, do fundo do coração, a todos os parentes e amigos que fizeram questão de me cumprimentar no dia de ontem, 27 de novembro, por conta do meu aniversário. As manifestações carinhosas que recebi pessoalmente, por telefone, e-mail e na minha página no orkut, representam a certeza de que vale a pena viver fazendo amizades. Obrigado mesmo!
22.11.08
Ontem à noite eu estive na Praça do Ferreira. Fui, como repórter da Folha do Ceará, fazer uma matéria sobre a chegada do Papai Noel, esta figura lendária que, apesar do passar dos anos, continua emblemática, povoando a imaginação da criançada e garantindo dividendos econômicos para muitos adultos.
Como não sou de ferro, cheguei a me emocionar com aquela festa de sons, luzes e cores, principalmente quando a minha prima Aparecida Silvino (cantora e maestrina) interpretou a Ave Maria e aquela musiquinha de Natal que diz: "Eu pensei que todo mundo fosse filho de Papai Noel…" Parabéns, prima querida!
Além da chegada do "bom velhinho", a noitada foi marcada também pela apresentação de um coral de 125 crianças, espalhadas pelas janelas do Excelsior Hotel, encerrando-se com um show especial do cantor carioca Jorge Versilo, com direito a canja do meu ídolo maior, Raimundo Fagner Cândido Lopes.
A árvore de Natal feita à base de renda deixou a Praça do Ferreira mais bonita!
20.11.08
Nos últimos dois dias andei recebendo vários e-mails com referências elogiosas ao post do dia 18, intitulado “Resposta da Marina”. Teve gente que até me deu a dica de lançar um concurso através do blog ou do JPA, convidando os amigos e leitores a criar respostas para outros clássicos da MPB. Vou pensar nessa idéia!
Mas hoje eu queria mostrar pra vocês a resposta que fiz para a música “Apenas um trago”, do cantor brega José Ribeiro. Essa “pérola” fez muito sucesso na época, tanto que era uma das mais solicitadas no Belas Artes.
Primeiramente, muito a contragosto, eu cantava a letra original:
Bom dia, meu amor
Estou chegando agora
O dia já raiou
Passei a noite fora
Não chore, meu amor
Não faça isso comigo
Eu não estou embriagado
Eu só tomei um trago
Com o meu melhor amigo
Sou louco por ti, meu amor
Disse isso ao amigo no bar
Um traguinho aqui
Outro traguinho alí
Não vi o tempo passar
Sou louco por ti, meu amor
Veja, eu não esqueci
De trazer uma flor
Como prova do amor
Que eu sinto por ti
Depois, numa espécie de “vingança”, eu cantava a resposta:
Bom dia o quê, seu sem-vergonha?
Isso é hora de tu chegar?
Passou a noite fora
Tô cansada de esperar
Bom dia o quê, seu salafrário?
Por que faz isso comigo?
Você está embriagado
E não venha com esse papo
Que estava com um amigo
Se és louco por mim, meu amor
Por que passa a noite no bar
Um traguinho aqui
Outro traguinho ali
E eu vendo o tempo passar
Não pensas em mim, meu amor
Mas eu já decidi:
Vou pegar tua flor
E enfiar com ardor
Num lugar bem ali
18.11.08
Se é verdade que recordar é viver, hoje voltei ao passado, lá pelo início da década de 90, quando cantava no Restaurante Belas Artes, na avenida Bezerra de Menezes. Naquele tempo, eu, Chico Paulo, Veloso, Branco e outros artistas da casa gostávamos de cantar grandes clássicos da MPB e depois inventar uma resposta. E uma das que fazia muito sucesso era a resposta que fizemos para "Marina", do Dorival Caymmi. Vejam, a seguir, como funcionava a brincadeira. Primeiro a gente cantava a letra original:
Marina, morena, Marina
você se pintou
Marina, você faça tudo mas
faça o favor
Não pinte esse rosto que eu gosto,
que eu gosto e que é só meu
Marina, você já é bonita
com o que Deus lhe deu
Já me aborreci, me zanguei,
já não posso falar
E quando eu me zango, Marina
não sei perdoar
Eu já desculpei tanta coisa
você não arranjava outro igual
Desculpe, morena, Marina
Mas eu tô de mal
Depois vinha a resposta:
Somente porque me pintei
você se zangou
E nunca um dia na vida
você me avisou
Agora está tudo mudado para mim
Eu já me pintei e me pinto
Comigo é assim
Se se aborreceu, se zangou
já não pode falar
E anda dizendo que eu
não arranjava outro igual
Eu já arranjei um melhor
o qual diz que eu me pinte à vontade
Agora só resta dizer:
você já vai tarde!
4.11.08
A enquete desta semana do blog do JPA traz a seguinte pergunta: Que nota você dá ao JPA? Existem quatro opções de respostas: A) 0; B) 3; C) 7 e D) 10. Por enquanto, graças a Deus e à boa vontade dos internautas, a opção D está na frente. E você, também quer participar da enquete? Basta acessar o endereço: jornaldoparquearaxa.blogspot.com.
26.10.08
Me contaram, e como não sou baú, vou repassar pra vocês!
Semana passada, um morador do Parque Araxá, que é meio cheio da grana, estava tomando umas e outras numa festa em sua residência. Em dado momento, mesmo com a casa repleta de convidados, ele resolveu tomar banho nu na piscina. A esposa, envergonhada com o tamanho do "documento" do marido, gritou:
- Se cobre, macho! Se não o pessoal vai dizer que eu só estou casada contigo por causa do teu dinheiro!
29.9.08
O show que realizei na praça Ari de Sá Cavalcante, na sexta-feira passada, dentro da programação de aniversário do Parque Araxá, não foi como eu esperava. Optei por não cantar todas as músicas previstas, porque o operador do som não conseguiu equalizar meu violão a contento. Mas valeu a pena ter participado do evento, até mesmo como forma de valorizar a iniciativa do Michel Lins em comemorar o aniversário de um bairro desmemoriado como o nosso. Vejam, abaixo, algumas fotos da apresentação:



